Metal Gear Solid 4 Edição Limitada

Edições limitadas de jogos da série Metal Gear Solid não são novidades, mas continuam chamando a atenção de quem é realmente fã. Mas o fato é este: pra que comprar MGS4 agora se daqui a um ano a Konami vai lançar uma versão melhorada, como fazem com todos os Metal Gears? Nem Portable Ops escapou. Tudo bem que essa edição especial está cheia de extras incríveis, pra quem é colecionador mesmo, mas ano que vem o jogo será relançado com extras no próprio gameplay, geralmente com partes a mais. Então a questão volta? Comprar agora no lançamento ou esperar um ano para ter mais extras? Não sei quanto a vocês, mas somente por um milagre eu compro o jogo esse ano, primeiramente porque não tenho PS3 (ainda!), e até porque a edição limitada, para infelicidade dos brasileiros, só é vendida pela Gamestop, que só faz entregas no território estadunidense. Mas quem realmente fizer questão, existem vendedores em fóruns fazendo pré-vendas no valor de R$299,00 (sendo que no exterior o preço é de U$85,00). Logicamente que qualquer decisão a ser tomada vai trazer a mesma felicidade ao jogar esta obra-prima de Hideo Kojima.

PS: a principal vantagem da EL continua sendo a boxart:

Boxart da edição normal

A revolução nos jogos de Sonic

Há algum tempo circula pela internet um rumor deveras interessante de que Sonic, o ouriço, em seu novo jogo “Sonic Unleashed”, poderá mudar de forma. Qual forma? Em um excesso de criatividade os criadores decidiram permitir ao Sonic que se transformasse em…. pasmem… um LOBO! Aparentemente tal fórmula fez tanto sucesso em The Legend of Zelda Twilight Princess que a Sega resolveu fazer com o seu mascote (que por sinal, de acordo com o comentário da própria produtora, não deveria ter mais jogos durante algum tempo devido a baixa qualidade dos até então lançados).  Porém o melhor ainda está para vir: não bastasse virar outro animal, nem um lobo mesmo é, e sim um lobisomem! Sim, já sei o que deve estar passando pela mente de vocês: como lobisomem será, se nem mesmo homem é? Imagino que isto ocorra por falta de termo melhor na gramática da lígua portuguesa, então tomo a liberdade para criar um: lobisouriço.

Serei justo: não foi somente da Nintendo que eles roubaram a idéia. Foi da própria Sega. Não há nenhuma novidade em transformar seres em outros, assim como podemos constatar em Altered Beast, jogo lançado pela primeira vez em 1988 pela Sega para arcades, sendo depois lançados para diversos consoles, que consistia, em suma, num homem que tinha habilidade de se transformar em animais, entre eles, lógico, um lobisomem.

Altered Beast para arcade

Após uma série de consecutivos erros do Sonic Team, rezemos para que tudo não passe de uma informação falsa, quem sabe uma montagem de um fã (embora um fã de verdade nunca faria tal atrocidade com uma das personagens mais carismáticas do mundo gamístico). Porém, caso a notícia se confirme, podemos ainda confiar nos clássicos e jogá-los até não agüentarmos mais.

Jogos japoneses para Wii

Em homenagem ao lançamento do Freeloader para jogos de Wii, resolvi fazer uma pequena listinha de jogos até agora exclusivos para o mercado japonês e que os fãs de todo o mundo vão poder jogar (lógico que desembolsando uns 20 dólares a mais pelo Freeloader).

Lista após o jump.
Juuuump!

Shingetsutan Tsukihime

Aposto que alguns que lêem o blog já devem estar cheios de tantos posts sobre jogos, então pra variar vou falar um pouco sobre o último anime que eu assisti: Tsukihime, mas vou me conter um pouco e falar somente o básico, pra não fazer spoilers.

Tohno Shiki é um adolescente que sofreu um sério acidente quando era pequeno, e que tem a estranha habilidade de ver linhas quanto tira seus óculos, e quando ele quebra essas linhas, as coisas também quebram.

A história começa quando Shiki recebe uma carta dizendo que o chefe da família Tohno morreu, e que por ordem da nova chefe, ele deve retornar à casa dos Tohno.

Algo que vale a pena ressaltar é sobre a origem de Tsukihime: assim como muitos animes hoje em dia, a série animada foi baseada em um jogo do estilo dating-sim, ou seja, simulador de namoro. Pode parecer estranho para nós, mas é um estilo muito popular no Japão, onde o jogador precisa tomar certas atitudes para conquistar as mulheres do jogo. O pior é que desde que descobri isso, durante aquelas cenas que mostravam um lado mais “romântico”, eu pensava em como seria no jogo hehe.

Também fiquei impressionado com a qualidade da animação. Os movimentos simplesmente fluiam, e a série é de 2003, que é relativamente antigo, e a qualidade é equiparável a um episódio de animes lançados este ano. É curto, com somente 12 episódios, mas vale muito a pena assistir!

De volta a Twilight Princess

Desde junho do ano passado que eu nem sequer colocava The Legend of Zelda Twilight Princess no meu console, por simples falta de tempo, já que pra jogar Zelda é necessário tempo. Não adianta jogar por uma meia horinha, precisa de HORAS! Este é o primeiro jogo 3D da série que eu jogo sério mesmo, sendo que até agora só zerei o The Minish Cap, pra GBA (que é muito divertido, por sinal). Então, hoje voltei ao meu querido Zelda TP. Creio que este jogo dispense apresentações, não é?

Eu sou um grande fã de puzzles, e desde Zack & Wiki que eu não pensava tanto durante uma sessão de jogo. Desde modo, mudo novamente a minha opinião sobre o melhor jogo de Wii até agora: o vencedor do meu prêmio vai para o então projetado para o GameCube, The Legend of Zelda Twilight Princess. Tá bom que eu ainda não joguei Super Mario Galaxy, que todos falam tão bem, mas duvido muito que supere esta obra-prima. Como que pode depois de um ano e meio do jogo ser lançado nenhum outro conseguiu superá-lo? Isso sim que é um grande feito!

Obs.: vale constar também que quando ganhei meu Wii eu tinha acabado de começar The Wind Waker, e fui obrigado a parar justamente por causa de Twilight Princess =p

iPod Shots

Na minha última viagem, para a cidade de Urubici, resolvi visitar alguns pontos turísticos, mas só tirar fotos normais não tem muita graça, então eu resolvi refletir algumas paisagens na parte de trás do iPod e só então tirar a foto. Aí está uma foto da cascata Véu de Noiva. Mais fotos depois do jump.

Jump!

Impressões de God of War Chains of Olympus

            Após um breve resumo da história, o jogador encarna Kratos, e já mostrando pra que veio. Mal dá tempo de apertar New Game e já vem um monte de soldados te atacarem, obviamente seguidos por um chefão, mais soldados e mais um chefão (acho que já deu para entender…) só para o jogador se acostumar com a atmosfera épica da obra. Ao jogar God of War é impossível não lembrar dos clássicos jogos de ação beat’em-up, em que o jogador ia andando e batendo ao mesmo tempo em todos os 500 personagens que apareciam na tela de todos os cantos.

            O sistema é o mesmo do original, dois botões de golpes, um para segurar o inimigo, um para pular e o L e o R para se esquivar. A movimentação é feita com o não-tão-agradável analógico do PSP (nada que não seja possível se acostumar). Quem nunca jogou nenhum GoW, não precisa se preocupar, porque enquanto você joga algumas telas explicam como funcionam os comandos.

            Quanto aos gráficos, só há uma palavra para descrever: incríveis! Com certeza é dos jogos mais bonitos já feitos para o portátil da Sony, com a qualidade comparável à versão de PS2. E ainda no quesito visual: prepare-se para ver muito sangue. Aliás, prepare-se para ver MUITO, mas MUITO sangue MESMO!

            O único problema é que até agora não encontrei uma inovação no sistema do jogo: bate, bate, bate, minigame de apertar o mesmo botão até perder o dedo (nem mesmo GoW 1 fez meu dedo ficar desse jeito), bate mais um pouco, minigame de seqüência de botões, bate. Tudo bem, o Kratos tem algumas habilidades novas, mas todas se resumem à mesma coisa: bater com mais força.

            Não vou dizer que esse jogo é indispensável para quem tem PSP, mas se você gostou dos jogos para PS2, esse é pra você! É simplesmente mais do mesmo. Eu entendo que em time que está ganhando não se mexe, mas o que custava dar uma variada?

Model Kit: Rockman (Megaman)

No começo do mês aqui em Blumenau teve um evento de animes, o AnimeSports, e lá eu encontrei uma coisa que eu sempre quis mas nunca encontrei: um Model Kit. O problema dos model kits é que só é possível encontrar de Gundam! Por sorte encontrei esse do Megaman. Para quem não sabe como funciona, todas as peças vêm juntas em pedaços de plástico, e para montar a “bonequinho” no final é necessário soltar as peças (na maioria das vezes torcer a peça já a faz soltar) e prendê-las através de encaixes no “boneco principal”, e como as peças num geral são bem simples, os detalhes vêm em adesivos (definitivamente a parte mais chata de montar um é colar os adesivos ¬¬”). Aí está um foto do meu modelo já montado, para mais fotos, clique para ler mais. (As fotos estão em Thumbs para não prejudicar a leitura de quem usa o monitor com uma resolução baixa… é só clicar para ver as fotos em tamanho maior)

Clique aqui para ver mais fotos

Seção nostalgia

Nada como lembrar os velhos tempos… e para isso aí estão dois videozinhos que eu encontrei no YouTube pelas minhas andanças na internet:
Abertura de Winspector:

Abertura de Fly (ou Dai no Daibouken, no original)

Metal Gear Solid 2 - Substance, versão japonesa

Depois de muito tempo de espera e impostos de importação pagos, a edição japonesa de MGS2 - Substance (a única encontrável na internet) finalmente chegou! Claro que nem tudo são flores, então alguns dias depois de eu ter feito o pedido, a Konami anunciou um pacote com os 3 Metal Gear Solid (1, Substance e Subsistence) por um pouco mais do que eu paguei no 2º separado… divertido, né?

O primeiro aspecto é: “uau! As caixinhas japonesas são bem mais bonitas que as americanas!” É, são mesmo… essa é a edição “barata” do jogo, entitulada “Konami The Best”, e apesar da boxart ser ridícula, vem dentro desse envelope de papel (como se fosse um box de DVD) com a artworks que estamos acostumados da série Metal Gear Solid. Infelizmente ainda não pude jogar, afinal, Kingdom Hearts Chains of Memories ainda está tomando todo o meu tempo livre, mas assim que acabar este, começo MGS2 (ou não…).

Estou sem o cabo USB da minha câmera, então tive que tirar uma foto com o celular mesmo =p

Férias Parte 1: Seriados

Já fazia um booooom tempo que eu não postava nada aqui, mas antes tarde que nunca, então melhor deixar de enrolação e ir direto pro que interessa. No natal eu ganhei um iPod Touch, o que veio bem a acalhar, porque como algumas pessoas devem saber, o meu computador não é dos melhores, sendo assim quando ia assistir um episódio de algum anime eu era obrigado a fechar tudo e rezar pra não dar lag ou pro computador travar, então comecei a converter os meus videos para MP4 pra poder assistir no quarto, com ar condicionado ligado, antes de ir dormir, no escuro… aiai… que coisa boa XD

Comecemos então com o que eu assisti essas férias:

Seriados: 

Californication


Uau.. essa não é aquela série do cara que fez Arquivo X? Pra mim, tanto faz, nunca assisti essa coisa velha mesmo… só acho meio ridículo todo mundo falar dessa série fazendo sempre referência ao extinto Arquivo X, parece até que estão tentando mascarar a falta de qualidade de Californication ligando o ator a uma série de sucesso. Por sorte não é bem assim.

Californication conta a história de Hank Moody, um escritor em decadência desde que sua mulher, Karen o deixou, que seguido por um filme meia-boca baseado no seu best-seller, criou uma crise de criatividade. Tudo bem que à primeira vista você achar o cara um verdadeiro canalha que não dá valor às mulheres à sua volta, mas… peraí, ele é tudo isso mesmo  no decorrer da série você percebe que isso tudo é resultado do seu amor por sua ex-mulher e seu desejo de tê-la de volta. No primeiro episódio parece que o roteiro todo é uma desculpa esfarrapada para mostrar mulheres semi-nuas, mas acreditem, tudo vai muito além da putaria desvairada repetitiva aparição de mulheres diferentes =p

Eu comecei a assistir Californication na Warner Channel, mas tive que viajar para onde a TV a Cabo ainda não é uma realidade, então assim que voltei peguei a primeira temporada, converti para MP4 e assisti no iPod… bem mais rápido que esperar uma semana para assistir cada episódio hehe. A minha única reclamação é que cada um só tem 27 minutos… bem que poderia seguir o padrão das demais séries com episódio de 46 minutos =/

The Best Years

Estreiou no final do ano passado na Sony, mas também pelo motivo citado acima não pude continuar acompanhando o canal, por isso procurei pela internet inteira pela primeira temporada dessa série, mas não encontrei. Se alguém souber onde eu possa encontrar, me avise, por favor =D

A própria Sony Entertainment Television parecia não levar muita fé em The Best Year, com uma propaganda que fazia parecer que a série era só um dramalhão adolescente. Tudo bem, até é, mas não é somente mais um dramalhão, é o dramalhão XD.

The Best Years conta a história de Samantha Best (daí o trocadilho com o nome… hahaha… que engraçado =.=”), uma aluna que recebe uma bolsa escolar para fazer faculdade em Charles University, e entre arranjar dinheiro pra pagar a sua alimentação e tentar estudar para as provas e trabalhos, ela faz amigos, namora, vai a festas e tudo mais. Uma jovem comum, se não fosse por aparentemente tudo dar errado (claro, senão não teria história para 13 episódios =p).

The Big Band Theory

A cultura nerd hoje em dia está em moda, e qual modo melhor para mostrar isso que por uma série de humor sobre 4 caras no melhor estilo nerd possível, com um deles se perguntando por quê alguém escolheria sexo a Halo 3, já que não tem suporte a gráficos de alta definição e armas de alta tecnologia.

Tudo começa quando Leonard e Sheldon vão para casa assistir a segunda temporada de Battle Star Gallactica (novamente, mas dessa vez com os comentários do elenco), quando percebem que têm um novo vizinho, e o primeiro insiste em conversar com essa pessoa que agora moraria em frente a eles, e então percebem que esse vizinho é na verdade ela, e nerds como são, não têm experiência com mulheres (tanto que  Rajesh, um dos membros dessa trupe geek, não consegue falar na presença de mulheres… e às vezes até mesmo homens efeminados), e aí começa a história da série. Definitivamente vale muito a pena assistir, especialmente se você for assim como os personagens da série, nerd, e conseguir entender pelo menos a maioria das piadas que eles fazem XD

Por enquanto é isso… no próximo post eu falarei sobre outras coisas que eu fiz nas férias (que envolvam algo relacionado a esse blog, lógico hehe)

* Currently listening to: Lies and Truth - L’arc~en~ciel  versão ao vivo do show do 15º aniversário da banda

O que escutar…

 Aposto que você já está enjoado de todas essas 95314437 músicas aí no seu computador… então que tal dar uma chance à algumas trilhas sonoras?  Começando, claro, por…

 Final Fantasy X Original Soundtrack

 

As  trilhas sonoras de Final Fantasy já são famosas por si só, mas a de FFX merece um destaque. RPG que se preze precisa  de, além de uma boa história e sistema de batalhas, uma trilha sonora linda. Que coisa, não? Esse jogo tem tudo isso!

Até hoje não tinha jogado nenhum RPG que tivesse boas músicas durante as batalhas. NUNCA. Agora eu até demoro um pouco mais durante as lutas só pra ouvir a música de fundo. Isso sem contar a abertura, que toda vez que eu ligo o console eu escuto… simplesmente não consigo apertar START enquanto aquela bela melodia está tocando. É tão bonita que conheço uma pessoa que disse que gostaria de aprender a tocar piano só por causa dessa música!

Depois de tudo isso, você ainda está lendo? Vá logo escutar o OST de FFX!

Final Fantasy X

Hoje eu finalmente tive uma tarde livre, e qual jeito melhor de passar o tempo do que jogando? Estava feliz jogando Phoenix Wright, mas lógico, sempre tem aquele probleminha: bateria. Ela tem limite. Ainda tinha uma hora livre, e o que fazer? Resolvi começar um outro jogo. O escolhido da vez foi Final Fantasy X.

Pois é,  eu sou um dos poucos donos de PS2 que ainda não haviam jogado FFX. Tudo o que um bom RPG precisa ter. Boa história e um sistema de batalhas interessante.  Nesse caso, um sistema simples e “clássico”, mas do mesmo jeito perfeito. O sistema de evolução é meio confuso, mas nada que as 100 horas de jogo não resolvam hehe.

Agora infelizmente sou obrigado a escolher novamente: FFX ou Phoenix Wright? =p

Wii + Multiplayer = Diversão

Sexta de noite uma galera combinou de se encontrar na casa de um amigo. Pra fazer o quê? Jogar Wii! 4 wiimotes + Wiisports é a fórmula para uma noite de diversão hehe. Embora os jogos single player ainda estejam caminhando, os multiplayers do Wii são ótimos.

Eu já tinha lido em vários lugares como as mulheres estavam gostando do Wii e de seus jogos “diferentes”, mas eu nunca havia constatado isso da maneira que percebi sexta-feira.  “Os caras” estavam jogando golf, até que 1 garota pediu pra jogar tênis. Foi colocar nessa modalidade e já surgiram mais 3 garotas só pra jogar tênis. Incrível. Quem diria que um dia as garotas disputariam para jogar um videogame, um hobbie até então “coisa de nerd”, mas agora uma presença essencial em todo encontro.

Passadas algumas horas, resolvemos  trocar de jogo. Excite Truck foi o escolhido. Comandos mais sensíveis, impossível! Divertido, mas qualquer viradinha no controle manda o carro longe XD

Depois eu pedi pra testar o Prince of Persia, que ainda não havia jogado. Interessante, mas eu não compraria hehe. A câmera  atrapalha demais, já que para mudá-la você tem que girar o wiimote. Extremamente desconfortável…

Phoenix Wright Ace Attorney - Justice For All

Além de WiiSports, o que tenho jogado desde que acabei Hotel Dusk é Phoenix Wright Ace Attorney - Justice for All.

Para quem nunca ouviu falar, Phoenix Wright é uma série que conquistou o público pelo humor presente nos diálogos e nos casos, isso sem contar que é um gênero um tanto quanto curioso. Advogados… confesso que joguei o primeiro por curiosidade, e acabei virando fã do advogado de defesa Phoenix Wright e dos seus casos um tanto quanto… diferentes. Esse jogo contém 4 casos, sendo que cada um é basicamente dividido em 4 partes: Investigação, primeiro dia do julgamente, segundo dia de investigação e segundo dia do julgamento, exceto o primeiro caso, que é basicamente um tutorial para quem não está acostumado com o sistema, e por isso é somente um dia de julgamento.

Se você gostou do primeiro jogo da série, esse é compra certa! É mais do mesmo, logicamente, com casos novos, e com dois pequenos adicionais na jogabilidade: a possibilidade de mostrar perfis como evidência e ao conversar com alguém a capacidade de ver quando a pessoa está omitindo alguma informação, e para obter essa informação você precisa mostrar evidências condizentes com o caso. Com certeza tornou o jogo mais atrativo hehe.

Pequeno problema: eu, pelo menos, achei os casos do primeiro jogo mais complexos e divertidos. Estou no terceiro agora e somente o primeiro me agradou mesmo, os outros tinham história bem “previsíveis”, isso sem contar que os mistérios são fáceis demais. Espero mesmo que isso mude no capítulo final do jogo.

O terceiro jogo já saiu nos Estados Unidos, por isso é bom pegar o segundo agora, que está mais barato hehehe. Isso sem contar que conseguir jogos mais antigos está ficando cada vez mais complicado =/

Desculpem-me pela falta de detalhes sobre o sistema de jogo, mas esse post foi feito meio “às pressas”… porquê? Tô doido pra voltar a jogar hehe.

Um dos jogos mais esperados para o próximo ano (por mim, lógico)

Não, não é Super Smash Bros. Brawl.  É LEGO Batman!!! Isso mesmo! O jogo foi anunciado já ano passado, mas ninguém mais teve sinais que o projeto não tinha sido cancelado… isso até hoje, com o lançamento de um trailer de 15 segundos. É pouco, mas já é alguma coisa. Para conferir, você pode clicar no link abaixo:

Trailer de LEGO Batman no Yahoo! Games

A minha história com Batman já é antiga. Desde que eu era pequeno meus pais compravam quadrinhos do Batman pra eu ler. Claro que eu viciei completamente, mas pena que até hoje não tenham lançado um jogo verdadeiramente bom baseado na história, e pelo visto isso vai mudar com o lançamento de LEGO Batman. Ou pelo menos eu espero.

Sobre Zelda

Nesses últimos dias chegou a 5ª edição da NGamer. Parece que a revista só fala sobre Zelda! Eu adoro ler sobre Zelda,  ainda mais com as matérias que eles fazem, especialmente com o especial “Zelda em Números”, mas a melhor parte da revista foi o review de Zelda Phantom Hourglass. A melhor, mas ao mesmo tempo a pior. *vozinha chata*”Nossa, você não fala nada com nada! Isso é uma contradição, duuuuh!” Tá… vocês já vão entender porquê isso.

Comecemos do princípio: o meu primeiro contato de verdade (ou seja, comecei a jogar pra valer) com Zelda foi jogando The Minish Cap no ano passado. Extramente divertido! Fiquei com muita vontade de jogar os outros títulos.

Só consegui começar The Wind Waker esse ano, mas quando o jogo estava engrenando, ganhei o meu Wii. Vocês acham mesmo que eu, com um novo brinquedinho em mãos, ia continuar jogando TWW? Ahm… acho que não. E junto com o Wii veio Twilight Princess. Claro que desisti de TWW e comecei TP, mas a época não contribuiu muito, já que Zelda é um jogo que exige uma certa dedicação. Não adianta nem ligar o console se é pra jogar uma hora só, então eu parei de jogar bem rápido.

Agora voltando ao primeiro parágrafo: Eu tô com uma lista gigante de jogos pra jogar (inclusive rejogar alguns que não consegui terminar até roubarem o meu PS2 + Memory Card XD), e a review de Phantom Hourglass foi tão bem escrita, ressaltou tão bem as qualidades do jogo, que me deixou com vontade de jogá-lo! Mas pra isso, eu tenho que adiar os outros jogos, jogar The Wind Waker, gastar meu precioso dinheirinho e comprar PH!

Por isso eu ainda acho que a Terra gira muito rápido em torno do seu próprio eixo. O que custa demorar mais umas horinhas?

FeedBurner

Eu vi um post esses dias no blog 16-BIT sobre o FeedBurner, um sistema RSS que mostra várias estatísticas para o assinante, ou seja, isso ajuda, e muito, na hora de saber a quantas anda o blog, como estão as visitas e tudo mais. Todo dia o S.E.R.A.A. recebe muitas visitas, mas eu gostaria de saber quem visita porque realmente gosta do blog e visita regularmente para ler os novos posts ou quem visita porque achou no google como resultado de uma pesquisa, leu uma vez o que interessava e pronto.

Então, quem lê regularmente esse blog, por favor clica no link ao lado ou abaixo para assinar o feed, é rápido e fácil, além de ser extremamente prático já ter a página do seu reader atualizada quando eu postar algo novo.

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Muito obrigado a todos ^^

Os lançamentos dessa semana

Que estranho, hein? Dois posts no mesmo dia! o.O” Pois é… milagres acontecem =p

Dentre os lançamentos dessa semana resolvi separar os que mais merecem destaque, na minha opinião.
Clique aqui para saber mais sobre os jogos

Hotel Dusk Room 215

Desde que Hotel Dusk foi anunciado, o jogo parecia que ia virar um sucesso. Teve ótimas notas, mas as vendas não foram tão boas assim. Eu li muitos comentários em vários lugares desde o lançamento, mas então só agora eu tive a oportunidade de jogá-lo (e por sinal, que joguinho mais difícil de encontrar ¬¬”). Continue lendo para saber as minhas impressões
Clique aqui para ler mais

Genshiken 2

Duvido que tenha alguém que nunca ao menos ouviu falar desse anime baseado justamente em otakus. Hoje, depois de muito tempo esperando, comecei a assistir a segunda temporada de Genshiken =D

Se você assistiu, além da primeira temporada, os  OVAs (que correspondem aos episódios 13, 14 e 15 da série), os personagens são os mesmos, e com um novo “presidente” do clube, vêm novas ambições: publicar um doujinshi no Comi-Fes. O primeiro passo já havia sido cumprido: ser aceito no evento, mas tem um probleminha: desenhar e publicar o doujinshi.

O fansubber Dattebayo já está legendando em inglês, e foram lançados 2 episódios até agora, com o 3º indo ao ar no Japão dia quarta-feira, então sábado já devemos encontrar no tracker do grupo =D

Super Smash Bros. Brawl

Será que  neste mundo  gamer eu sou o único que não está tão empolgado com Super Smash Bros. Brawl? Em todos os sites, revistas, blogs e fóruns a única coisa que se discute é sobre o novo jogo da série SSB. Quais são os novos personagens, cenários e tudo mais… o lançamento foi adiado em alguns meses e já tem gente se matando.

Confesso que eu já fui um grande fã de jogos de luta. Tudo começou com Mortal Kombat 3, para SNES, que jogava na casa do meu vizinho, até o dia em que eu ganhei o meu pra Mega Drive (não,  eu não tinha SNES hehe). Nem com Sonic eu me divertia tanto! Quando ganhei um Playstation, o meu primeiro jogo foi Tekken 3. Só jogava esse jogo! Eu ia no arcade da cidade, e só jogava Mortal Kombat 4, que mais tarde joguei incansavelmente no Playstation, até conseguir MK Trilogy (extremamente difícil de encontrar, até mesmo em sua versão Jack Sparrow =.=”). Meus amigos vinham aqui em casa, e nós só jogávamos games de luta.  Street Fighter,  MK e Tekken  (que era o mais jogado hehe).

Até hoje não entendo porquê os jogos de luta não me interessam mais. O único depois disso que eu realmente fiquei viciado foi em Naruto Narutimeto Hero, pra PS2. E sim, eu joguei SSB Melee pra GC, e no começo simplesmente odiei o jogo. Os comandos eram confusos, eu não entendia qual era o objetivo. Depois de algumas partidas fui simpatizando com os controles e  acabei até jogando apenas SSBM por um bom tempo, mas lógico que perdeu a graça depois de pouco tempo. Não sei dizer exatamente a razão, mas simplesmente perdeu a graça. Jogar o outro personagem para fora do cenário não era mais tão divertido quanto antes hehe. Nem mesmo a imensa quantidade de personagens das maiores franquias da Nintendo me prendeu.

A única coisa que me chamou atenção nesta nova edição foi que Snake e Sonic serão personagens jogáveis. Fora isso, não tem absolutamente nada de mais, nem os gráficos melhores, nem jogar com o Wiimote, nem modo online.

Mais alguém se sente assim? Tem mais alguém que não está assim tão empolgado com esse jogo?

Pokémon Battle Revolution

Pokémon Diamond ainda me deixa viciado, tanto que jogo todo dia, nem que seja pelo menos um pouco. Infelizmente, com Pokémon Battle Revolution a situação não é a mesma.

Eu imaginei que seria um jogo no melhor estilo Pokémon Stadium, mas eles esqueceram de algumas melhorias implementadas em Colosseum e XD e resolveram fazer um jogo somente de batalhas. Resultado: R$150 por somente 2 horas de jogo. Não agüentei jogar mais que isso, e olha que eu tentei.

A primeira impressão do jogo é ótima, afinal, os gráficos são belíssimos, e jogar com o Wiimote é melhor que ficar apertando um monte de botões, mas não é o suficiente pra fazer o jogo ficar bom. Batalhar o tempo inteiro é extremamente entediante. O modo de RPG dos jogos anteriores foi retirado, e o pior de tudo: não tem minigames! Isso é absolutamente inadmissível! Na época do N64, eu chamava os meus amigos e nós ficávamos horas jogando os minigames

Voltando ao jogo: se você não tem o jogo pra DS, esqueça. Simplesmente a compra não vale a pena. Se você tem, também não vale, a não ser que a sua parte favorita do jogo sejam as batalhas. Para poder jogar PBR de verdade, é necessário que você passe um time treinado do seu jogo de DS para o Wii, porque os monstrinhos já escolhidos pelo jogo são extremamente fracos! Aí você encontra dois extremos: jogue com o time escolhido pelo jogo e encontre dificuldade ou treine o seu time e não jogue porque é fácil demais.

Só tem um ponto bom de jogar PBR: ao zerar o jogo, você ganha um Pikachu promocional pra passar para o D/P, isso sem contar que com um código especial você pode passar um Magmarizer e um Electivire, que são extremamente chatos de conseguir.

Veredito final: Não faça como eu, comprando o jogo por impulso simplesmente porque gostou da versão portátil, mas se você gosta das batalhas, compre, talvez você venha a gostar desse jogo mais que eu. E se você que não gosta tanto assim das batalhas acha que vale a pena zerar o jogo só por causa dos pokémons promocionais, se engana. Pode dar trabalho consegui-los, mas o sacrifício é menor que jogar isso.

[Dorama] Majou no Jouken

Semana passada eu assisti  a um dorama que prendeu muito a minha atenção: Majou no Jouken.  Conta a história de uma professora  que acaba de virar noiva,  mas ao conhecer melhor um de seus alunos,  ele a faz pensar se é realmente isso que ela quer,  se quer se casar e continuar sendo professora.  Infelizmente não pude assistir à série inteira ainda,  mas posso afirmar que vale muito a pena.  Já começa muito bem com a música de abertura: First Love, da Utada Hikaru.  Este não é dos doramas mais recentes,  mas certamente é um dos melhores!

O que estou ouvindo

Como ainda estou jogando Super Mario World, e sinceramente não acho haver necessidade para escrever mais algo sobre isso, resolvi postar o que estou ouvindo atualmente:

Começando pelo novo single do L’arc~en~ciel: My Heart Draws a Dream. A música em si é incrível, o estilo lembra das músicas mais antigas do L’arc~en~ciel, e a voz do hyde parece meio estranha no começo, até achei que não fosse ele que estivesse cantando, mas conforme a música vai tocando o cantar característico do hyde fica aparente. A outra música neste CD é Feeling Fine 2007, que sinceramente achei mais divertida que a música principal do disco hehe.

Agora o último álbum do Moi dix Mois - Dixanadu. Conheci essa banda meio que “por acidente”. Lembrei de ter ouvido alguém falar algo da banda e queria saber como que era, então procurei por algumas músicas. As músicas são, resumindo em uma palavra: incríveis. A parte instrumental é simplesmente linda, e a voz do vocalista é impressionante. Não consegui pesquisar muito sobre as letras, já que é meio difícil encontrar as traduções, mas das poucas músicas que eu vi a letra completamente traduzida, posso dizer uma coisa: a parte instrumental e as letras simplesmente combinam, têm um certo tom de melancolia, só ouvindo para entender!

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